Final NBA: Quem são os proprietários bilionários dos Celtics e Mavericks?

Por: Informe Social - Notícias, Emprego, Programas Sociais e Economia

O mundo do basquete profissional nos Estados Unidos não é apenas um show de habilidades esportivas, mas também um palco onde bilhões de dólares são movimentados.

Empresários de renome têm transformado suas franquias em verdadeiras joias de valor exorbitante.

O Boston Celtics, um dos times mais simbólicos e tradicionais da NBA, foi adquirido em 2002 por um grupo liderado pelo empresário Wyc Grousbeck. 

A compra, avaliada à época por US$ 360 milhões, provou ser um investimento sábio, com o valor da franquia escalando para impressionantes US$ 4,7 bilhões nos anos subsequentes.

Esse crescimento de 1200% reflete não apenas a gestão acertada mas também a valorização do esporte como entretenimento global.

Quem são os proprietários bilionários dos Celtics e Mavericks?

Wyc Grousbeck, à frente do grupo que controla os Celtics, viu não só a franquia valorizar-se mas também sua fortuna pessoal aumentar consideravelmente. 

Segundo a revista Forbes, a fortuna de seu pai, Irving Grousbeck, está estimada em US$ 1,8 bilhão, o equivalente a cerca de R$ 9,5 bilhões.

O que fez Miriam Adelson investir nos Dallas Mavericks?

No caso dos Dallas Mavericks, a mudança de proprietário ocorreu mais recentemente, em novembro de 2023, quando Miriam Adelson, uma empresária de porte considerável, comprou a franquia de Mark Cuban, que manteve uma parcela minoritária. 

Sob sua nova liderança, a franquia está avaliada em US$ 4,5 bilhões. Miriam, que detém um patrimônio pessoal de US$ 32,3 bilhões, de acordo com a Forbes, tornou-se uma das mulheres mais ricas do mundo.

Essa aquisição destaca o interesse crescente de investidores de alto calibre no basquete profissional.

SAIBA MAIS

Qual o impacto financeiro dessas aquisições para as franquias?

Essas transações milionárias não só mudam a configuração da propriedade das franquias, mas também influenciam significativamente o mercado esportivo. 

A entrada de capital significa não apenas mais recursos para contratação de estrelas do esporte e melhoria da infraestrutura, mas também um incremento na visibilidade e no valor de marca de cada time.

Este fenômeno reafirma o basquete como um negócio lucrativo e de grande apelo publicitário.

A história dos Boston Celtics e dos Dallas Mavericks é um claro exemplo de como a paixão pelo esporte pode cruzar com estratégias de negócios de alto nível, gerando não só sucesso esportivo mas também financeiro, reforçando o papel do basquete na cultura popular e no mundo dos negócios bilionários.

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